Review: Teen Wolf 5x17 - "A Credible Threat"

Olá leitores, este aqui é mais um resumo com as principais partes do capítulo desta semana de Teen Wolf este sendo o capítulo 17 da 5ª Temporada. Atenção não leia o texto a seguir caso não queira saber nenhum spoiler sobre o capítulo!

“Olhe, estão morrendo várias pessoas na cidade! Ao invés de instaurarmos um toque de recolher, vamos fazer um jogo de lacrosse entre times adolescentes, aumentando o risco de morte à população em geral.” Foi isso que me veio à cabeça quando vi mais ou menos para onde estava caminhando o episódio, mas, com exceção dessa absurda e esdrúxula parte, tivemos um episódio bem interessante.

O que me chocou positivamente foi a quantidade de subplots que resolveram ou deram continuidade nesse episódio (a exemplo da ferida que nunca curava do Scott, Kira e seu problema da raposa, Parrish que não conseguia dominar os poderes de Hellhound, etc). Foi absurdo de um jeito bom. Ao que parece, mesmo com a série já renovada, vão tentar resolver tudo que foi iniciado nessa temporada ainda nela. Uma opção bacana, para evitar que nós, espectadores, fiquemos perdidos futuramente, devido o caráter serializado da trama.

Sobre os shipps: #Stydia sempre vai ter um lugar de destaque no meu coração, mas #Marrish (o nome carinhosamente dado ao ship de Lydia e Parrish) está ganhando espaço e foi MUITO FOFO ver a Lydia tentando, de certa forma, salvar o policial. A cena foi bem simples, mas carregada emocionalmente, uma vez que, desde que ela e Parrish começaram a ter um contato, eu já senti uma química grande entre os personagens. GO MARISH!

Falando em Lydia, houve algo nesse episódio bastante incômodo: não foi explorado o impacto emocional que ela teve, gerado por todo o assédio sofrido em Eichen. Já vão tentar colocá-la adaptada à normalidade? Mesmo depois de um médico maluco ter furado a cabeça dela, a mãe tê-la internado e ela ter quase morrido por conta do descontrole dos poderes? Achei isso uma falta de aproveitamento. Poderiam muito bem ter mostrado o resultado que tudo isso teve nela e, ao invés, escolheram resolver mais coisas apressadamente (a cura milagrosa do Scott me pareceu superficial e impensada, mas gostei por ter usado a ideia de que o pack também influencia os poderes dele).

Corey querendo partir e o namorado humano, na forma de Mason, me deram uma sensação de “já vi isso antes”. E realmente já vi isso nessa série. Quem não se lembra de Ethan e Danny, há algumas temporadas atrás? Por mais que eu ame o Mason e ache o Corey um personagem que tem capacidade de ser bem interessante, reciclar uma ideia com novos atores é tão ruim quanto usá-la novamente com os mesmos atores.

Nos pontos especiais e que merecem uma menção, mesmo que rápida, temos a Kira loucona atacando todo mundo e falando a língua nativa da mãe dela; Melissa sabendo dos “paranauês” sobrenaturais (essa cena foi muito boa, pois mostra que ela tem se adaptado ao mundo oculto de Beacon Hills); e a volta do treinador, que há algum tempo não aparecia e que sempre foi um recurso humorístico para contrastar com o tom dramático da série em geral.

Levando tudo em consideração, “A Credible Threat” foi um episódio bem bacana. Vimos algumas falhas e pequenas incoerências no roteiro, mas nada que pudesse prejudicar a diversão. Conseguiram resolver alguns questionamentos, como o porque do Parrish estar perdendo para a Besta e a ferida do Scott (este último só me pareceu superficial) e só essas resoluções já fizeram valer a pena. Se numa review anterior eu falei que a luta The Beast/HellHound teve hype que não condizia com a realidade, agora sabemos a explicação: Parrish dificilmente estava usando seu poder total e a Besta está sendo manipulada a ficar mais forte pelos Doutores do Medo. Não me surpreenderia, aliás, se ela, a Besta, os matasse num futuro não muito distante. Ah, e será que Mason é a Besta? Ficou essa ideia meio que no ar durante o episódio. Vou tentar segurar minha sanidade se isso for verdade, porque vai ser devastador, uma vez que simplesmente amo o personagem.

Fonte: Mix de Séries por: Roger Olly

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